A arte de ser natural

Hoje tive uma conversa com um grande amigo, o Maul na qual conheci no The Face(TF), o grupo de dança que participei ativamente por cinco anos e onde estão a grande parte dos meus amigos. Eu e o Maul temos dois fatores comuns em nossos backgrounds, primeiro que nos dois entramos no TF sem praticamente ter conhecimento algum de dança e treinamos juntos por cinco anos onde fizemos muitas e muitas apresentações e também participamos de vários campeonatos. O segundo ponto em comum que possuímos é que recentemente há uns quatro meses ele começou a treinar Ving Tsun(VT), que é o estilo de Kung Fu que pratico a mais de cinco anos.

A conversa começou com eu perguntando o que ele estava achando do treino de VT e se estava sendo útil para ele. Então entramos na discussão da prática do exercício do copo. Ele agora está em uma fase de treinar sua dança individual, ele é especialista em popping um dos estilos de dança praticado dentro do Street Dance e também pelo TF. Eu tenho conhecimento técnico muito inferior ao dele principalmente em popping, minha “especialidade”, não que seja uma, mas o estilo que mais pratico é o Locking. Antes de vir para o Canadá minha dança evolui bastante e logo vou contar o motivo, porem com os toques deles adquiri algumas técnicas que me ajudaram bastante.

Nos últimos meses que estive no Brasil o Haysten, diretor e líder do TF me convidou para dançar com o TF em um campeonato após eu estar afastado por dois anos, que basicamente foi pelo fato de entrar no universo do circo.

Durante meu período de afastamento eu não treinei dança, porem ela melhorou. Eu lembro que em dezembro, quando realizei um trabalho junto com Felipe Montanari, um grande profissional, no navio MSC Orchestra fui a balada. O trabalho foi super legal, mas o mais interessante dos apenas dois dias que estivemos por lá, foi à noite entre os dias onde fui a balada que aconteceu dentro do navio.

Aqueles que me conhecem sabem que eu sou uma pessoa que não freqüenta balada, não é o tipo de programa que me agrada, porem na noite do navio a balada era o point da noite. Durante a balada eu dancei por várias horas seguidas sem parar, e fiz movimentos diversos e dos mais estranhos possíveis, tudo que vinha em minha mente eu executava no rítimo da música. Como não tinha preocupação alguma em ficar com alguma menina, ou “constar” na balada eu fui lá e dancei a vontade. O que aconteceu foi o que me surpreendeu, eu dancei com mais de seis garotas durante a noite, varias pessoas vinham dizer que eu era ótimo dançarino, muitos paravam para me olhar. É importante ressaltar agora que o quero dizer não está ligado a eu ser bom ou péssimo dançarino e também não estou de forma alguma querendo “me achar”. O fato que fez as pessoas notarem a minha dança foi pelo motivo de que eu podia fazer qualquer coisa e tudo parecia bom, porque era espontâneo e não forçado.

Refletindo o que aconteceu na balada do navio foi que a expressão corporal, ou seja ela qual for quando é sincera atinge as pessoas. Eu já fiz um curso de Palhaço com a Gabriela Winter, que é muito boa por sinal, e com ela eu aprendi que o Palhaço acha que ele é ótimo no que está fazendo por mais péssimo que seja. Se você reparar nos palhaços que são ruins as piadas ou as esquetes que eles fazem parecem forcadas e justamente isso deixa sem graça. Os bons palhaços tem a capacidade de executar algo, que muitas pessoas consideram ridículo, porem ele o faz com tamanha naturalidade que as pessoas acham engraçado, já que parece natural o que ele está fazendo. Está reflexão me fez entender que a naturalidade é essencial para tocar o próximo, principalmente quando se fala de áreas ligadas a arte.

Nas últimas duas noites estive em duas baladas diferentes e dancei por mais de três horas consecutivas. Eu entrei nas baladas com a impressão de um VIP online e por isso tem que chegar cedo, pois só vale até as 23 horas. Na balada de ontem eu entrei as 22 e 20, fui o primeiro a entrar. A música obviamente já estava rolando, lá dentro só havia os bartenders e os seguranças. Independente deles eu comecei a praticar minha dança, dancei por quase uma hora com praticamente ausência de qualquer público freqüentador da casa, havia somente eu e os funcionários.

Todos simpatizaram com minha dança e tanto foi que ganhei uma garrafa de água grátis de uma dos bartenders, sem ter ido ao bar, ele que veio até mim. Durante a balada isso inclui as duas do fim de semana, eu dancei com mais de seis moças por noite, me filmaram e tiraram foto. Talvez você deva estar achando que sou um ótimo dançarino, mas isso não é verdade, o fato é que eu tenho coordenação motora para dança que foi desenvolvida por mais de cinco anos de prática. Eu até me lembro quando ensinei umas das minhas amigas do circo e ela disse que o locking dava nó no cérebro. Outro fator que contribui que com os anos de experiência eu estou acostumado a seguir a música independente da velocidade dela e o terceiro fator que fez eu parecer um bom dançarino foi a mudança de padrões. Em geral as pessoas que nunca praticaram dança quando vão para a balada elas executam de um a três tipos de movimentação corporal entrando em um padrão. Óbvio que eu também tenho um padrão porem a quantidade de variações que consigo executar com meu corpo é superior a das pessoas que nunca praticaram dança. Esses três fatores acabam se tornando um diferencial no meio de pessoas que não tem conhecimento do ramo. Seria como pedir para um maratonista disputar com leigos, a chance de ele ganhar é muito superior independe de ele ser bom ou ruim, o corpo dele já está acostumado ao o exercício.

Acho que o fator principal que fez com que as moças viessem até mim para dançar comigo, foi que normalmente os homens vão para balada ficam bebendo e olhando as meninas que ficam dançando livremente na pista. Quando eles acham alguém interessante eles vão até a pessoa e fazem sua dança. Eu independente de parceiro ou alguém interessante estive na pista por mais de três horas consecutivas dançando e nesse aspecto as mulheres fazem o mesmo, elas não esperam alguém para dançar elas simplesmente vão para pista e dançam. Outro fator que existe nítido na balada é a competição entre os homens para ver quem é o Alpha, aquele que “pega” a maior quantidade de mulheres. Um fato curioso que ocorreu na balada de sexta foi que eu estava dançando há quase meia hora, e chegou um grupo de meninas e elas começaram a dançar comigo. Depois de um tempo uma delas veio e me fez seguinte pergunta: “Dançando desse jeito você ta querendo alguma coisa, o que você quer?” eu apenas respondi que queria apenas dançar, ela não acreditou e perguntou mais duas vezes e eu dei a mesma resposta, acredito que ela ficou sem entender nada.

Ok falamos sobre sinceridade no que fazemos e isso meche com as pessoas, e o Maul citou algo interessante, sinceros são os artistas que conseguem realmente ser o que se propõem a ser. Isto não é difícil de ver e distinguir. Vejamos o exemplo do Tom Hanks ele é um ótimo ator aclamado por muitas pessoas, para quem assistiu Forrest Gump tem certeza que ao acabar o filme, o diretor contratou uma pessoa com necessidades especiais para fazer o papel principal, pois a interpretação do Tom Hanks é perfeita, nos faz acreditar que ele é o que ele se propõe a fazer. Outro exemplo que acho fantástico é do filme Perfume de Mulher, onde Al Pacino faz papel de um militar aposentado que é cego, para mim o ator foi sempre cego, pois sua interpretação me fez acreditar naquilo, era espontâneo e natural seus movimentos como cego. Um exemplo simples do que não é natural é pedir para um homem imitar uma mulher ou o inverso, fica forçado e muitas vezes ridículo exatamente por que não é natural.

Para concluir sobre as baladas não foram só mulheres que apreciaram minha dança, alguns homens apreciaram sinalizando com a cabeça e até tentando participar copiando os passos.

Outro ponto que eu o Maul chegamos é a diferença entre impressionar e contagiar, citamos alguns exemplos como o Slash ele é um ótimo guitarrista e impressiona muitas pessoas com suas habilidades, mas ele não contagia. O Maul em oposição citou o BB King que para ele para mim também, a musica vem até mim me contagia. Outro exemplo que citei foi do vídeo que vi no profile do Orkut de um amigo o link é o seguinte: http://www.youtube.com/watch?v=q9A-WiHr59Q&feature=player_embedded O vídeo é muito bom vale a pena. Para mim e para o Maul nós conseguimos ver quem está executando a coreografia e quem esta realmente dançando. Durante as partes que a platéia é filmada da para ver que eles são contagiados, pois dançam quietamente, muitas vezes com os olhos ou com o sorriso. Neste exemplo é explicito a existência de uma palco subjetivo mantendo as pessoas distantes, porem elas se sentem parte e seus corpos tem reações espontâneas.

A conclusão que tiro dessa ótima discussão que tive com meu grande amigo Maul, é que quando temos intenções sinceras e naturais isso atinge as pessoas subjetivamente as tornam receptivas.

Tudo citado aqui é uma opinião própria minha ou do Maul, se quiserem e por favor deixem comentários.

Obrigado.

Liz

Jacinda e Stephen estão de férias, então no lugar deles quem está de técnico é a Liz. Ela é super legal.

Os treinos sob comando dela são levemente diferentes, ao invés de realizar as rotinas obrigatórias e depois as opcionais ela mescla as duas. Segundo a teoria dela, as pessoas saltam mais alto na rotina opcional devido o nível de dificuldade ser maior. Quanto mais alto se salta mais tempo se tem para realizar as acrobacias. Então ela acredita que mesclando as rotinas as pessoas tem tendência a saltar mais alto na rotina obrigatório, pois acabaram de fazer a opcional. Outra coisa que ela pensa é que pelo fato de executar uma rotina opcional antes da obrigatória contribui porque o nível da rotina obrigatória é mais fácil.

Estou treinando 1 e ¾ para frente, barani ballout estendido. Duplo mortal para traz com abertura.

Outra coisa que a Liz fez foi coloca um salto estendido entre cada salto para ajudar a ter calma na execução da acrobacia.

A Gabi Fera lá do CEFAC está vindo para cá treinar, acho que chega dia 14 de julho.

Domingo vou ir fazer uma aula em uma escola de artes marciais medievais. Eles ensinam grappling que é tipo um jiu jitsu, adaga, espada, florete, armas de lança e arquearia.

Isso até mais people.

Brazilian Restaurant

Este último sábado o pessoal lá do ginásio acompanhado por suas famílias fomos ao restaurante brasileiro total de 20 pessoas. O pessoal tomou guaraná e comeu feijoada a maioria, creio que todos apreciaram.

O treino não mudou muito, ainda continuo com a mesma rotina. Estou começando a fazer os educativos para duplo mortal para traz carpado que é: mortal e ¼ de giro carpado, pullover. Outro educativo que venho treinando é o : 1 e ¾ mortal para frente, barani ballout. Este educativo é para half out, que é duplo mortal para frente com ½ pirueta no segundo mortal.

Dica de técnico: trampolim não é a respeito de força excessiva e sim usar o mínimo possível e ainda realizar a acrobacia bem. Bom = devagar e bem feito.

Outra dica para o mortal duplo é esperar bastante antes de puxar o mortal, ao invés de sair fazendo. Como qualquer outro movimento rsrs, porem neste caso ajuda muito rsrs.

Porpoise Full

Já faz algum tempo que não posto, pois estava concentrado trabalhando no meu mapa. Está quase pronto logo eu posto o end.

Na segunda feira aprendi um movimento novo chamado porpisoe full, que é: costas, pirueta, mortal para frente costas.

Ontem foi um dia de treino péssimo, não tive grandes progressos. Porem hoje eu tive um treino muito bom. Comecei no double mini e o último passe foi back full (mortal para traz com 1 pirueta).

No trampolim, estamos nos dez primeiro minutos fazendo aquecimento da seguinte rotina:

  • barani estendido
  • mortal para traz grupado
  • mortal para traz estendido
  • barani grupado
  • carpado
  • mortal para traz carpado
  • barani carpado
  • salto grupado
  • 3/4 para frente
  • barani ballout

Performei a rotina tranquilamente e com boa altura. Depois desta rotina mudamos para as rotinas obrigatórias no meu caso Nível A, foram tranqüilas e com boa altura. Em seguidas fomos para a rotina opcional que é a seguinte no meu caso:

  • mortal para traz estendido
  • back full (mortal para traz com 1 pirueta)
  • rudy (mortal para frente com 1 e 1/2 pirueta)
  • mortal para traz grupado
  • barani grupado
  • double full (mortal para traz com 2 piruetas)
  • barani carpado
  • mortal para traz carpado
  • duplo mortal para traz grupado

Tem algum tempo que estou performando esta rotina, porem hoje foi o melhor dia. Completei-a varias vezes, para mim o double full e o duplo mortal são movimentos novos e ainda não 100% controlados.

Existe uma menina chamada Sabrina ela tem 12 anos de idade. Ela está altamente frustrada com a execução do ¾ para traz. Desde que cheguei, ela vem trabalhando nele, sempre o executa com o lançamento do colchão e também já a vi fazendo por si só e muito bem por sinal. Ela tem algum medo psicológico dele e de vez em quando ela surta, eu a entendo muito bem. Tem vários movimentos complexos de se entender, porem depois que se entende fica fácil executá-los, o que nos limita é medo irracional. O Stephen estava explicando para ela que existem vários tipos de medo, sendo eles: medo de achar que não consegue, medo por não entender como fazer, medo de perder o controle durante o salto e medo de se machucar.

O medo de não saber se é capaz deve ser trabalhado primeiramente achando que somos capazes, depois sabendo que somos capazes e por fim executando. O medo de não saber como executar o movimento pode ser sanado pela explicação lógica dos fatores que vão resultar na execução do movimento sendo eles: como o corpo deve estar (a sensação que temos que ter durante a execução), onde devemos olhar em cada parte do movimento e por fim a execução passo a passo do movimento. Sobre o controle durante o salto, é bem simples já que nos controlamos nosso corpo, então podemos sempre usar menos força para evitar perda de controle. Por fim medo de se machucar se sana sabendo o que fazer em cada tipo de lesão que pode ocorrer, o que não é difícil prever para cada movimento devido sua trajetória.

Alem de falar dos medos e do treino de trampolim ele a encorajou dizendo que ela faz parte do time de competição porque ele e a Jacinda acreditam no potencial dela, e que não estão preocupados com o desempenho dela, mais sim preocupados com ela. Ressaltou que nos últimos seis meses ela aprendeu três acrobacias novas, que é a algo muito bom. Por fim ele falou que o que tornam as pessoas boas não é saber o que fazer com os momentos fáceis e felizes de nossas vidas e sim saber lidar com as adversidades que nos aparecem. Disse para ela também que ali no ginásio ela pode tentar quantas vezes ela quiser e que sempre ele vai apoiar ela, diferentemente na vida que muitas vezes não temos ninguém para nos apoiar e nos incentivar a transpor as dificuldades.

Quando ela foi ao banheiro ele me disse algo muito interessante. Treinar homens é sempre uma disputa entre eles, quem aprendi mais rápido quem executa melhor e por ai vai. Mulheres por sua vez não precisam de testes ou competições, precisam apenas de um abraço e incentivá-las a continuar. Tenho muito que aprender com ele =O]

É isso ae people.

Desventuras em Série

Saudações amigos leitores.

Ontem antes de dormir, que já era hoje, pois eram seis e meia da manha, eu finalizei Brisingr e comecei a ler um livro em inglês chamado A serie of Unfortunate Events. Logo nas quatro primeiras paginas descobri o nome em português, Desventuras em Séries. O livro é para a pré adolescentes, fica claro a intenção de transmitir o significado de algumas palavras mais rebuscadas e também alguns conceitos como por exemplo: Literal e Figurativo. O livro é pequeno possui apenas 160 pagina, o tamanho do livro é menor que o tamanho padrão, B5 (metade de um A4).

O filme estrelado por Jim Carey é a junção dos três primeiros livros. Comecei o livro ontem e o terminei ontem mesmo. Hoje dei inicio ao segundo livro, possivelmente até domingo estará finalizado.

Durante o Easter Canadian Chanpionship eu tomei conta da mesa de rifas, eu participei e ganhei sete livros. Três deles são os três iniciais da serie Desventuras em Série. Os outros quatro são livros que contam a história de um detetive.

Os livros são bons, pois não são complexos já que o público não é adulto. Desta forma é ótimo para o desenvolvimento de meu vocabulário da língua inglesa e também aprimorar minha fluência na leitura.

Que paz reine em suas mentes.

Warhammer

Hoje joguei outra partida com o Jef, 2000 pontos e venci fazendo um massacre, matei todas as tropas dele sem perder nenhuma lol.

Mas vale dizer que ele não sabe as regras direito e não pensa nas estratégias de combate. Não pretendo jogar warhammer com ele mais rs. Vou tentar RPG agora rs, mestrar a primeira historia da Saga Profecia da Ascensão – Parte I, O Desaparecimento do Sol.

Falando na saga o livro está com 200 paginas.

Hoje no treino executei a rotina obrigatória até ganhar o passe para a próxima, ai foi a vez da opcional e então a rotina obrigatória do nível acima, “Novice” que é:

  • 3/4 para traz
  • cody grupado
  • mortal para traz grupado
  • barani grupado
  • back full
  • barani carpado
  • mortal para traz carpado
  • barani estendido
  • mortal para traz estendido
  • rudy

A rotina do nível Novice é fácil em comparação minha atual opcional que ainda não está dominada, então tive um bom desempenho a na execução.

Dicas do técnico:

  • Em acrobacias para traz, sempre olhar onde a cama do trampolim encosta na proteção das molas.
  • Acrobacias para frente deve passar por cima da cerca e usar mais pernas.
  • Usar ombros em todos os saltos, lembrando que todas as acrobacias começam com salto estendido e então no ar são executadas.
  • Quando as acrobacias se deslocam para frente ou para traz em referencia a cruz, significa que os joelhos ou o quadril fracassam.
  • Quando ocorre de as acrobacias desviarem para as laterais, quem em geral são em acrobacias que possuem piruetas, isso se deve devida a rotação da pirueta estar sendo executada antes do suposto salto estendido.

Depois das rotinas do nível Novice, executei o que eles chamam de Drills, que significa repetições, e ela foi:

  • Mortal estendido para traz;
  • Barani estendido

5x seguidas sem sair da cruz. É bem difícil, fiz no máximo 2.

Isso ae guys.

Eastern Canadian Chanpionship 2010

Os treinos pararam na quarta e só voltaram hoje por que desde quinta estava acontecendo os preparos para o a competição que envolve todas as províncias leste do Canadá, Ontário, Quebec e British Columbia.

O campeonato ocorreu em Mississauga, uma cidade vizinha a Toronto, algo como São Bernardo do Campo. A cidade tem muitas pessoas de alto poder aquisitivo. A competição ocorreu na Universidade de Toronto Campus Mississauga. No caminho para o campus eu vi as maiores casas que já vi na minha vida. Pareciam castelos de tão grandes que eram e diferente do Brasil, elas não tem muros de 10m de altura lol.

Na quinta feira foi a montagem dos equipamentos que eram: 2 trampolins, 1 double mini trampolim e um tumbling.

Na sexta era o dia de treino para os atletas que iriam competir, sado e domino a competição em si. Em 2008 eu participei desta competição que na época ocorreu em Montreal. Cada ano o organizador da competição é diferente. Para participar desta competição é preciso duas classificações entre três competições. Este ano eu cheguei tarde para as competições, estamos na época de mudar de nível e aprender coisas novas, por isso não competi.

Na Sexta eu fui de manha ajudar com detalhes menores e voltei para casa por volta das 14 horas. No sábado eu não fui, no domingo cuidei da venda de rifas e depois ajudei na desmontagem e no carregar do caminhão.

Hoje os treinos voltaram normalmente e foi dia do Tuck Day, ou Grupado. A cada turno executávamos alguns movimentos como descrito abaixo até ganha a permissão de passar para o próximo.

  • Mortal grupado para traz
  • Barani grupado
  • Mortal grupado para traz, barani grupado
  • barani grupado, mortal para traz grupado.
  • 3/4 para traz grupado
  • 3/4 para frente grupado
  • 1 e 1/4 mortal para traz grupado
  • 1 e 1/4 mortal para frente grupado